Brasileiros passam a enxergar higiene pessoal, perfumaria e cosméticos como aliados da saúde e do bem-estar, não apenas da estética. O estudo Índice do Cuidado Integral, da ESPM em parceria com a ABIHPEC, com 2 mil entrevistados, revela que 42% esperam que as marcas assumam um papel mais amplo no bem-estar, priorizando ingredientes seguros e naturais, enquanto 44% valorizam orientações de saúde, 43% soluções que melhorem a imagem social, 42% itens que proporcionem autocuidado e recompensa pessoal e 29% benefícios terapêuticos; o cuidado integral abrange saúde física, mental e social, autoestima, higiene diária e propósito de vida, e os benefícios valorizados vão além da aparência, incluindo mais energia (44%), prazer (43%), bom humor (42%), equilíbrio emocional (32%) e redução do estresse (31%), consolidando a construção de uma escala brasileira para mensurar esse conceito de bem-estar.
Resumo supervisionado por jornalista.Os consumidores brasileiros estão ampliando sua percepção sobre os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. Mais do que itens voltados à estética, eles passam a enxergar essas categorias como aliadas da saúde física, do equilíbrio emocional e da qualidade das relações sociais. É o que revela o estudo “Índice do Cuidado Integral”, realizado pelo Centro de Estudos Aplicados de Marketing (CEAM), da ESPM, em parceria com a ABIHPEC. A pesquisa ouviu 2 mil consumidores de todas as regiões do Brasil e desenvolveu a primeira escala brasileira para mensurar cientificamente o conceito de cuidado integral, que reúne dimensões físicas, mentais e sociais do bem-estar.
Um dos principais achados do levantamento é que 42% dos consumidores esperam que as marcas assumam um papel mais amplo na promoção do bem-estar e priorizem ingredientes seguros e naturais. Além disso, os entrevistados valorizam empresas que ofereçam orientações sobre saúde (44%), produtos que contribuam para uma imagem positiva perante os outros (43%), soluções que proporcionem momentos de autocuidado e recompensa pessoal (42%) e itens com benefícios terapêuticos (29%).
Cuidado integral vai além da aparência
Segundo o estudo, o conceito de cuidado integral é multidimensional e envolve saúde física e mental, relações saudáveis, autoestima, higiene cotidiana e até propósito de vida. Para os pesquisadores, os resultados indicam que os produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos vêm sendo cada vez mais associados à qualidade de vida e ao bem-estar geral.
“Entre os aspectos mais associados ao tema estão saúde física e mental, relações saudáveis, autoestima, higiene cotidiana e até propósito de vida. Mais do que produtos voltados à aparência, o consumidor contemporâneo busca soluções que promovam bem-estar, qualidade de vida, confiança e conexões sociais”, afirma Flávio Bizarrias, coordenador do CEAM, professor e pesquisador da ESPM.
Energia, prazer e bem-estar lideram benefícios valorizados
Os benefícios mais valorizados pelos consumidores reforçam essa mudança de percepção. Entre os impactos associados às práticas de cuidado pessoal estão mais energia e disposição física (44%), sensação de prazer (43%), bom humor (42%), equilíbrio emocional (32%) e redução do estresse (31%). Os dados mostram que os ganhos percebidos vão além da estética e passam a incluir efeitos ligados ao estado emocional e à qualidade de vida.
A pesquisa também resultou na criação da primeira escala brasileira voltada à mensuração do chamado cuidado integral. A ferramenta avalia três dimensões interdependentes – saúde física, saúde mental e saúde social – oferecendo uma base científica para compreender como os consumidores relacionam hábitos de cuidado pessoal e bem-estar.
