Cada vez mais empresas de todos os segmentos estão investindo em ESG e no mercado de beleza não é diferente. Para entender qual a real motivação, um estudo da Data-Makers em parceria com a CDN ouviu 100 líderes de negócios de diversos segmentos.
Mas se você ainda não está familiarizado com essa sigla, te ajudaremos a entender o que ela significa e como ela pode influenciar o seu negócio na área da beleza.
O que é ESG?
ESG é a sigla para Environmental, Social, and Governance (ambiente, social e governança), que significa adotar práticas socialmente conscientes, sustentáveis e bem gerenciadas.
O tópico ambiente é o que mais conhecemos e ouvimos falar. Ele visa que a empresa deve ter uma cadeia de operações mais sustentável, com redução no uso de poluentes e descarte correto de materiais, causando o menor impacto ambiental possível.
Já social, como o nome diz, olha para a sociedade, desde fornecedores, equipe e colaboradores. Esses devem ser pontos de atenção, pois todos devem estar atuando dentro dos direitos trabalhistas, com segurança no local de trabalho e remuneração justa. Diversidade, inclusão e a atuação com a comunidade também entram nesse tópico.
Governança fala principalmente da responsabilidade corporativa e, para isso, é importante ter uma administração transparente, com controle de processos e veracidade de informações compartilhadas.
Agora que você já sabe o que é ESG, por que investir nessa prática?
Adotar práticas socioambientais e de governança tem se tornado um compromisso e um excelente negócio para cada vez mais empresas. E, para entender qual a real motivação por trás desse investimento, a Data-Makers em parceria com a CDN ouviu 100 líderes de negócios de diversos segmentos. Estes foram alguns dos achados mais interessantes e que vale a pena tomar nota:
- 7 em cada 10 entrevistados acreditam que as práticas ESG influenciam uma melhor percepção sobre a empresa.
- 63% dizem que esse investimento favorece a imagem da marca.
- 59% contam que as práticas socioambientais e de governança melhoram a gestão da empresa.
Por essas e outras é que 42% dos líderes pretendem aumentar os investimentos em ESG nos próximos 12 meses. Trata-se de um salto e tanto, especialmente se comparado ao ano passado, quando apenas 30% dos CEOs tinham intenção de direcionar um orçamento maior à esta agenda.
Mais um dado inspirador do relatório da Data-Makers e CDN: ao serem questionados sobre as empresas que consideram referências em ESG, os participantes do levantamento citaram a Natura, que teve 41% das menções, e o Boticário, com 24%. Se isso é muito? É. Para ter ideia, o terceiro lugar de reconhecimento, com 11%, foi dividido entre os gigantes Itaú e Ambev.
