Quando a gestão encontra propósito, o resultado aparece no caixa e na percepção do cliente.
Elis Palma, fundadora da Loucas por Make, prova que atendimento humanizado não é gentileza: é estratégia de crescimento.
Da primeira loja montada com a rescisão ao faturamento de R$ 350 mil/mês em cinco unidades, a história dela mostra que escutar, orientar e criar vínculo pode ser o maior diferencial competitivo no varejo de beleza.
Profissionais, varejistas, distribuidores e indústria: essa leitura é um mapa para quem quer crescer com inteligência — e com gente no centro.