O movimento que dominou os EUA já é realidade por aqui — mas com um comportamento totalmente brasileiro.
O haircare prestígio cresce +17% no Brasil, impulsionado por fórmulas tecnológicas, rituais completos de autocuidado e pela força avassaladora do social commerce.
O que isso significa para marcas, salões e varejo? Que a disputa deixa de ser entre “salão x farmácia” e passa a ser por quem entrega performance real, sensorialidade e multifuncionalidade.
O consumidor quer resultado, storytelling consistente e experiência — não só um produto bonito na prateleira.