Liderar um varejo de beleza já foi, por muito tempo, sinônimo de estoque cheio, equipe na ponta do atendimento e olho no caixa.
Mas o cenário mudou. Num mercado que movimentou mais de R$ 16 bilhões apenas no segundo trimestre de 2024, segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), a concorrência acirrada e as novas exigências do consumidor estão redesenhando o papel do dono de loja.
Hoje, mais do que um gestor, ele é chamado a ser um curador de experiências.
Quem entra numa loja de cosméticos não está apenas procurando um novo batom ou um creme para o cabelo.
É por isso que o ponto de venda precisa ir além da transação. Ele precisa emocionar.
Está em busca de se sentir bem, de se expressar, de viver um momento só seu.
E aí entra o novo papel do dono ou gestora da loja: criar um ambiente que convide, acolha e surpreenda. Do aroma ao atendimento, da disposição das prateleiras à playlist de fundo, tudo comunica. Tudo é experiência.